Portugal
A oitava “Dia Mundial do Fascínio das Plantas” 2026 (FoPD 2026) está a ser lançado por cientistas de plantas de todo o mundo sob a égide da European Plant Science Organisation (EPSO).
Pretende-se com esta iniciativa fazer com que o maior número possível de pessoas em todo o mundo desperte para o fascínio das plantas e para a importância do seu estudo na melhoria da agricultura e produção sustentável de alimentos, bem como para a horticultura, silvicultura e produção de bens não-alimentares, como papel, madeira, químicos, fármacos e energia. O papel determinante das plantas na conservação do meio ambiente será igualmente objeto de destaque.
Todos são bem vindos a participar desta iniciativa!
Trata-se de um evento que dá continuidade a uma estratégia de transformação progressiva do património natural e cultural do Município de Fornos de Algodres num produto turístico, focalizando o interesse na etnobotânica, e na dinamização dos produtos e gastronomia regional, dando particular enfoque à Urtiga.
A vila de Fornos de Algodres é hoje (re)conhecida como “Capital da Urtiga” tendo vindo progressivamente a conquistar o interesse e curiosidade de visitantes e dos produtores locais, registando-se um investimento significativo na dinamização de uma oferta local diversificada, com vários produtos confeccionados à base de urtiga (consultar: plataforma https://bomsabordaserra.pt/ e https://www.facebook.com/ConfrariaDaUrtiga/ ).
A Confraria da Urtiga, com o apoio da Câmara Municipal, tem organizado anualmente as “Jornadas de Etnobotânica” e o “Fim-de-Semana da Urtiga”, procurando incentivar o interesse e o estudo das plantas através da participação/cooperação com estudiosos/investigadores nacionais e internacionais, ao mesmo tempo que tem criado inúmeras oportunidades para aprofundar o conhecimento sobre a versatilidade da Urtiga e sobre as plantas em geral no seu habitat natural sob a orientação de especialistas.
Nesta XV edição do “Fim-de-semana da Urtiga” a organização introduziu um tema inovador “Arte e plantas” e uma atividade igualmente inovadora: Festival de “Sopas de Urtiga” procurando (re)forçar um outro olhar sobre a natureza e sobre os recursos naturais que urge preservar e valorizar.
Performance integrada na inauguração da exposição “O Murmúrio da Lava”. Catarina de Oliveira realiza uma peça performativa que narra a história de um inseto-folha cujo fantasma está preso ao seu próprio cadáver num museu, conseguindo libertar-se para assombrar uma visitante e levá-la de volta ao seu habitat natural. A performance baseia-se num conto e privilegia a interação direta com as plantas do jardim.
Mercado de artesãos para promover os produtos artesanais, inspirado e dedicado à temática da biodiversidade.
Concerto temático inspirado na Natureza e no universo das Plantas, preparado por alunos de música. Este concerto integra-se na inauguração da exposição “Desenhar a Estufa Fria de Lisboa”.